Repórter na InfoAmazonia, Jullie nasceu e vive em Manaus, no Amazonas, Brasil, onde seu trabalho se concentra na cobertura socioambiental e de direitos humanos. Anteriormente, trabalhou para a agência Amazônia Real e para o jornal O Estado de S. Paulo.

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Amazônia Legal concentra mais da metade dos assassinatos no campo em 2025, mostra relatório da CPT

A nova edição do relatório Conflitos no Campo, da Comissão Pastoral da Terra, foi lançada nesta segunda-feira (27) e registrou 26 assassinatos em todo o Brasil. Desse total, 61% (16) ocorreram nos estados de Rondônia, Pará e Amazonas. Neste sábado (25), às vésperas da divulgação do documento, um novo massacre com três mortos em Lábrea reforçou a escalada da violência na região.

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Demarcações de terras indígenas avançam no governo Lula, mas a maioria dos processos está parada no Ministério da Justiça

Na Amazônia Legal, 57 terras indígenas ainda aguardam demarcação, e quase metade dos processos depende de declaração do Ministério da Justiça. Quatro meses após os avanços registrados na COP30, quando 11 processos foram destravados na região, apenas cinco avançaram para a fase de delimitação e seis seguem sem avançar — duas ainda na fase de declaração, e nenhuma das quatro terras homologadas chegou à regularização fundiária. Especialistas apontam o marco temporal como o principal entrave aos trâmites.

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Nova lei libera manutenção de dragagens sem licenciamento em rios na Amazônia

Lei que entrou em vigor em 4 de fevereiro elimina a necessidade de licença ambiental para dragagens realizadas anteriormente que precisam de uma nova retirada de sedimentos, atividade que especialistas apontam ter impacto ambiental. No Tapajós, dragagem do mesmo tipo foi barrada após protesto do movimento indígena no mês passado. Já no rio Madeira, o contrato foi homologado por R$ 123 milhões, com dispensa de licenciamento e ampliação dos trechos previstos.

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Cenário complexo, falta de pessoal e orçamento instável fragilizam o programa de proteção a defensores na Amazônia

O Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos deveria garantir a segurança física de pessoas ameaçadas na região que concentra quase metade das mortes por conflitos fundiários no Brasil. Mas, na prática, em média, as equipes contam com apenas sete a nove servidores para atender casos complexos que podem envolver dezenas de pessoas sob risco.

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