Atlântico avança sobre a costa e muda a vida na foz do Amazonas

O nível do mar na desembocadura do rio com maior vazão em todo mundo cresceu 12,4 cm em três décadas, causando a erosão de territórios ribeirinhos e alterando a economia local, segundo uma análise inédita. As chuvas e as secas intensas na Amazônia alteram a interação entre a foz do rio e o Oceano Atlântico, provocando marés altas e a salinização da costa. As consequências dessas mudanças são observadas na disponibilidade das espécies mais pescadas no litoral amazônico. Também estão intimamente ligadas ao desmatamento no continente: até 2050, uma redução de 45% da floresta pode fazer com que a pluma do Amazonas chegue com menos força no Atlântico.

Novos blocos de petróleo em estudo avançam sobre área ampliada da Foz do Amazonas em alto-mar

A expansão da exploração de petróleo na margem equatorial amazônica vive um novo capítulo, com mais 86 blocos aprovados para a fase de estudo: Blocos em fase de estudo são áreas delimitadas para a exploração de petróleo e gás natural que ainda estão em análise. Nessa fase, são feitos estudos geológicos, sísmicos e ambientais para […]

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