Nesta quinta-feira (30), saiu o novo dado do Prodes, que traz a taxa anual de desmatamento da Amazônia. É a terceira menor área desmatada da história, uma queda de 11% em relação ao ano anterior. Como jornalista, no entanto, é minha função explicar que nem tudo são flores. Ou melhor: mais de 5 mil km² ainda é muito desmate e ainda tem uma indústria do petróleo com licença para avançar.
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Prodes 2024: AMACRO tem queda de 38% no desmatamento e Roraima é único estado com alta na taxa
Análise da InfoAmazonia sobre os dados anuais de desmatamento da Amazônia Legal, medidos pelo Prodes, do Inpe, traz, além da taxa geral de desmatamento, uma avaliação da região da AMACRO e desmate por tipo de território, como terras indígenas e unidades de conservação, em todos os estados amazônicos.
Desmatamento na Amazônia Legal cai 30,6% em 2024
Foram 6.288 km² de floresta perdidos de agosto de 2023 a julho deste ano, em comparação aos 9.001 km² desmatados no mesmo período anterior, segundo dados do Prodes, sistema do Inpe que apresenta as taxas anuais de desmatamento.
Terras indígenas têm redução de mais de 50% no desmatamento em 2023
Dados do Prodes, programa do Inpe que faz o mapeamento oficial das perdas anuais de vegetação nativa na Amazônia Legal, revelam redução total de 22,3% na região. Resultado é atribuído à fiscalização, como é o caso da TI Apyterewa, onde o desmatamento caiu 80%.
Amazonas consolida vice-liderança em desmatamento com avanço na BR-319 e fronteira com estados mais devastados
Estado foi o único a registrar aumento do desmatamento nos dados do Prodes, com taxa oficial de 2022 atrás apenas do Pará. Expansão da agropecuária sobre a Amazônia e projetos de infraestrutura são o motor das recentes derrubadas no território.
Desmatamento na Amazônia cai 11% em 2022, mas índice é o segundo pior dos últimos 14 anos
Sob Bolsonaro, a maior floresta tropical do planeta viu devastação crescer quase 60% em relação ao governo anterior. Dados de 2022 consolidam a posição do Amazonas como o segundo estado que mais desmata, atrás apenas do Pará.
Lula reduziu desmatamento da Amazônia em 70%; aumento em anos de Bolsonaro é de 73%
O governo do petista pegou uma das maiores taxas da história quando assumiu o primeiro mandato, em janeiro de 2003, mas entregou índice em queda vertiginosa para a sucessora Dilma Rousseff. Já Jair Bolsonaro assumiu o mandato em janeiro de 2019 com uma tendência de alta e, com a paralisação e retrocesso de medidas contra a perda de floresta, os números retrocederam em 15 anos.
Prodes e Deter: conheça os sistemas estratégicos no combate ao desmatamento da Amazônia
Programas do Inpe são vitais para manter a floresta em pé. Enquanto o Prodes gera taxas anuais de desmate, o Deter faz alertas diários para melhorar a fiscalização contra corte de árvores e queimadas.
Maior em 6 anos, número de alertas de desmatamento cresce 68% em 2015
Foram destruídos 5.121km² de florestas, ante 3.036km² devastados de agosto de 2013 a julho de 2014. É o maior desmatamento verificado pelo Deter nos últimos seis anos.
Por que o governo divulga a taxa de desmatamento da Amazônia duas vezes?
Em 14 de agosto, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) apresentou a taxa de desmatamento oficial da Amazônia brasileira entre agosto de 2013 e julho de 2014. Este resultado é 3% maior do que o número anunciado em novembro de 2014.