Mesmo com adesão expressiva, o governo federal destacou o aporte financeiro de apenas cinco países ao Fundo Florestas Tropicais para Sempre — Brasil, Noruega, Indonésia, França e Portugal. O fundo já soma pouco mais de US$ 5 bilhões, e a meta é alcançar US$ 10 bilhões na fase inicial para que o mecanismo possa começar a operar.
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Roteiro de Baku a Belém: abundância de ideias, poucos compromissos reais e futuro incerto
Azerbaijão e Brasil, como presidências da COP29 e COP30, divulgaram o relatório que buscava informar como aumentar os fluxos de dinheiro para US$ 1,3 trilhão. Entenda o que ele traz de positivo, o que deixa de fora, quais pontos geram polêmica e o que vem a seguir.
Patrocinadora da COP30, Vale compra créditos de carbono de área na Amazônia acusada de irregularidades no manejo madeireiro
Mineradora apresenta projeto ABC Norte REDD como seu trunfo ambiental, mas Ibama flagrou problemas na extração de madeira dentro da área de compensação climática – o que embasou uma denúncia apresentada pelo MP contra a Madeireira J & Y. Território na Amazônia paraense também registra desmatamento, autorização para pesquisa mineral e conflitos fundiários com comunidades tradicionais.
O que é o financiamento climático?
Recurso é essencial para que países em desenvolvimento enfrentem a crise climática.
InfoAmazonia se junta a 20 veículos em aliança inédita de cobertura na COP30
A Casa do Jornalismo Socioambiental é uma iniciativa que reunirá profissionais e veículos brasileiros especialistas de todo o país. O projeto vai ampliar abordagens e vozes sobre a Amazônia, clima e meio ambiente, buscando um maior alcance de audiência.
Mesmo com queda histórica nas emissões, agronegócio mantém Brasil fora da meta climática
Relatório mostra que a redução foi puxada pelo controle do desmatamento em 2024. Ainda assim, mais da metade das emissões seguem concentradas na Amazônia, aponta o Sistema Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa, ferramenta do Observatório do Clima.
Maranhão lidera presença quilombola na Amazônia, mas titulação continua travada
O estado tem 405 territórios quilombolas, maior quantidade da região. É, também, o segundo do país em casos de violência no campo, atrás apenas do Pará. Território de Alcântara, símbolo da resistência quilombola, segue sem título mesmo após julgamento histórico internacional.
Governança quilombola fortalece titulação no Pará, mas reconhecimento no Marajó ainda é lento
Quilombos do Pará fortaleceram a governança territorial e a autonomia sobre o Cadastro Ambiental Rural e se tornaram referência na Amazônia. No total, o estado tem 163 territórios quilombolas, dentre eles, 102 estão titulados (62,58%), maior índice entre os estados da região.
Territórios quilombolas ajudam a preservar corpos d’água em meio às mudanças climáticas no Amapá
Corpos d’água aumentaram em 250% no estado, volume impulsionado pelo território quilombola Lagoa do Maracá, uma área não titulada, onde moradores enfrentam os efeitos das mudanças climáticas. Os dados são do estudo ‘Amazônia Quilombola’ do Instituto Socioambiental (ISA) e Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ).
Um manual da comemoração consciente da taxa de desmatamento
Nesta quinta-feira (30), saiu o novo dado do Prodes, que traz a taxa anual de desmatamento da Amazônia. É a terceira menor área desmatada da história, uma queda de 11% em relação ao ano anterior. Como jornalista, no entanto, é minha função explicar que nem tudo são flores. Ou melhor: mais de 5 mil km² ainda é muito desmate e ainda tem uma indústria do petróleo com licença para avançar.