José Guilherme Fernandes, criador do Programa de Pós-Graduação em Estudos Antrópicos na Amazônia da Universidade Federal do Pará, afirma que há um racismo estrutural na conferência climática deste ano, que acaba prejudicando movimentos sociais e populações que são mais afetadas pelas mudanças do clima.
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Em Belém, cidade-sede da COP30, 10% da população vive em risco de inundações e alagamentos em meio ao crescimento urbano desordenado
Capital do Pará reempacota obras históricas de macrodrenagem e saneamento como legado da conferência do clima, mas população critica atrasos e vê ações com desconfiança. Especialista alerta que construções devem vir acompanhadas de projeto de educação ambiental e gestão territorial.
População mais vulnerável a eventos climáticos na Amazônia está nas áreas urbanas e vive em favelas
Mapeamento inédito da InfoAmazonia traça o perfil dos grupos mais expostos a desastres hidrogeológicos na região – como deslizamentos, inundações, alagamentos e erosões – e revela que os mais afetados são, em sua maioria, jovens, mulheres, pardos ou negros, que vivem sem acesso adequado a saneamento.
Organizações indígenas criam estratégia para incluir demarcação de terras como política climática na COP30
O principal objetivo é ter o reconhecimento da importância dos povos indígenas para frear a emergência climática no mundo. Representantes dos povos querem participar das decisões com os líderes de Estado na conferência, marcada para novembro, em Belém.
Mulheres na luta por justiça climática em Belém do Pará
A cidade, indicada para sediar a COP 30, enfrenta um cenário de desigualdade nos impactos da crise climática e ativistas buscam chamar a atenção para a importância do debate do tema entre organizações da sociedade civil e autoridades.