O páramo que é pago por serviços hídricos, mas ninguém vê o dinheiro

Nos páramos dos Andes nascem muitos rios que alimentam o Amazonas e chegam ao Atlântico, como parte de um sistema continental que depois devolve essa água em forma de chuva. Milhões de pessoas dependem dessa água para consumo, irrigação e energia elétrica, mas os páramos enfrentam graves problemas que afetam sua capacidade de fornecimento. Por isso a ciência busca estratégias para entendê-los melhor e preservá-los. Poucos páramos ilustram esse paradoxo como o de Cumbal, no sul da Colômbia, que tem um projeto de venda de créditos de carbono que recompensa os habitantes por cuidarem do ecossistema e do serviço ambiental que ele presta. Contudo, as pessoas ainda não receberam o dinheiro prometido.

Crise hídrica no Amazonas: quando décadas de abandono encontram uma emergência climática

Na maior bacia hidrográfica do planeta, milhões de pessoas convivem com torneiras vazias ou água de má qualidade. Esta reportagem do Vocativo em parceria com ((o))eco mostra como falhas persistentes no abastecimento urbano e rural, somadas ao aquecimento global, impõem a contradição da sede em meio a rios gigantes — um alerta para o futuro da Amazônia e de quem nela vive.

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