Com o reconhecimento da floresta, de seus rios e de seus povos como sujeitos de proteção, começa a se delinear uma nova gramática jurídica latino-americana que entende que proteger o bioma é, ao mesmo tempo, proteger a vida, a diversidade e um futuro comum possível.
Professor. Mestrando em Direito Internacional e Direito Comparado pela USP. Especialista em Direito Internacional pelo CEDIN. Bacharel em Direito pela Universidade Paulista. Pesquisador do Núcleo de Estudos em Tribunais Internacionais NETI-USP.