Territórios quilombolas ajudam a preservar corpos d’água em meio às mudanças climáticas no Amapá

Corpos d’água aumentaram em 250% no estado, volume impulsionado pelo território quilombola Lagoa do Maracá, uma área não titulada, onde moradores enfrentam os efeitos das mudanças climáticas. Os dados são do estudo ‘Amazônia Quilombola’ do Instituto Socioambiental (ISA) e Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ).

Crise hídrica no Amazonas: quando décadas de abandono encontram uma emergência climática

Na maior bacia hidrográfica do planeta, milhões de pessoas convivem com torneiras vazias ou água de má qualidade. Esta reportagem do Vocativo em parceria com ((o))eco mostra como falhas persistentes no abastecimento urbano e rural, somadas ao aquecimento global, impõem a contradição da sede em meio a rios gigantes — um alerta para o futuro da Amazônia e de quem nela vive.

O que é racismo ambiental? 

Após séculos de discriminação, preconceito e racismo, as populações negras, indígenas e quilombolas continuam sendo ignoradas e colocadas em vulnerabilidade quando grandes projetos ambientais são planejados ou quando os eventos climáticos se tornam extremos. Pesquisadores, professores e organizações explicam que o nome disso é racismo ambiental.

Gift this article