: Deforestación en Amazonia brasileña subió en mayo, pero acumulado muestra descenso

Deforestación en Amazonia brasileña subió en mayo, pero acumulado muestra descenso

20 de junio de 2016

Boletín de Imazon muestra que deforestación acumulada está 10% menor que el mismo periodo del año pasado, a pesar del aumento registrado en los últimos 4 meses.

O desmatamento acumulado na Amazônia caiu 10% este ano, em comparação com o mesmo período no passado: atingiu 2.068 quilômetros quadrados (km²), contra 2.286 registrados no mesmo período do ano passado. Entretanto, desde fevereiro os alertas de desmatamento voltaram a crescer.

Dezembro de 2015 sinalizou a nova tendência de alta, mas pareceu um soluço para cima dos dados, pois em janeiro o total voltou a cair. Mas, daí em diante, a tendência de crescimento se firmou e o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), produzido pelo Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), registrou uma série de números mais altos. O último boletim do SAD foi divulgado nesta quinta-feira (16).

O ano-calendário do desmatamento começa a ser contado a partir de agosto de cada ano. Nos dez meses de agosto/2015 para cá, entre os estados, Mato Grosso liderou o ranking de perda florestal, com 35% (ou 716 quilômetros quadrados) do total desmatado, seguido pelo Pará (23%), Amazonas (20%) e Rondônia (17%).

Deve-se levar em consideração que os dados do SAD são baseados num sistema de monitoramento em tempo real. Esse sistema gera dados menos robustos que o Prodes, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que fornece os dados oficiais do desmatamento anual da Amazônia com precisão de 6,25 hectares. O SAD faz esse registro a partir de 25 hectares.

Tabela

Dados de maio

Os números de maio mostram uma perda florestal 22% maior do que em relação a maio de 2015. Detectou-se 474 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal, o equivalente a quase 12 Parques Nacionais da Tijuca em apenas um mês. Em maio de 2015, o desmatamento somou 388 quilômetros quadrados.

Nos estados, o desmatamento se concentrou no Amazonas (37%), Rondônia (22%), Pará (21%) e Mato Grosso (15%), com menor ocorrência em Roraima (3%), Tocantins (1%) e Acre (1%).

Entre os municípios, Lábrea, no Pará, lidera com 74,4 km². Em segundo lugar vem Novo Aripuanã, no Mato Grosso, que destruiu 44,7 km² de floresta.

 

– Esta matéria foi originalmente publicada no OEco e é republicada através de um acordo para compartilhar conteúdo.

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